Uma obra que trouxe urbanidade e viabilizou o trajeto entre duas cidades na economia local.

domingo, 17 de maio de 2020


 O lamaçal que não permitia o trânsito nas épocas chuvosas e que castigava a população dos Doquinhas, Lagoa Nova e Gancho, além da conectividade econômica de Vertente do Lério a Surubim, estava com os dias contados. Nos idos do início de 2005, logo no começo da primeira gestão de Flávio Nóbrega, houve uma preocupação em resolver definitivamente essa situação calamitosa. Há época, existia uma máquina da prefeitura de prontidão para desatolar carros de passeio e caminhões carregados de calcário, algo inadmissível para tempos modernos. Tudo isso comprometia a capacidade de Surubim se firmar como cidade polo econômica regional. 

A dificuldade era real e prejudicava a população dessas localidades, como também o comércio de Surubim, pois os compradores não conseguiam chegar ou chegavam com grande dificuldade.  A visão do gestor Nóbrega foi decisiva para efetivar a construção do calçamento em tempo recorde com recursos próprios. Aquele fato que parecia muito simples, já demonstrava um gestor com organização financeira e capacidade gerencial para fazer Surubim crescer com obras pontuais e estratégicas.



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