Gleisi: “Defender Lula é defender avanços na educação pública”

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019


O uso da “ cultura do medo” durante a campanha eleitoral – deixando de lado o debate nacional e evidenciando mentiras como o “kit gay” – é um método ainda adotado pela gestão Bolsonaro para justificar a destruição dos avanços da educação pública no Brasil. A busca de estratégias contra esse ataque é um dos focos do Seminário Nacional de Educação do PT.

Durante o evento – que ocorre entre os dias 15 a 16 de fevereiro, em Brasília (DF), a presidenta do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), afirmou que é preciso defender o legado de Lula como forma de proteger as conquistas obtidas pela população nos últimos anos. “É importante defender o nosso legado em todas as áreas. Daí o porquê ser fundamental a centralidade em Lula. Defender Lula , por ser inocente, é também defender os avanços na educação pública e em diversas outras áreas”, disse a presidenta do partido.

O seminário é organizado pela Comissão Nacional de Assuntos Educacionais do PT (Caed). Segundo os responsáveis pela inciativa, o objetivo é criar uma resistência para impedir retrocessos na educação pública. “Pretendemos sair com nível de organização e intervenção que possa dar margem à luta, à resistência e a defesa da educação para o fortalecimento da democracia”, afirmou a deputada estadual Teresa Leitão (PT-PE), coordenadora nacional do Caed.

Durante o evento, os participantes destacaram a necessidade de desconstruir o discurso de Jair Bolsonaro e seus seguidores sobre o chamado “inimigo interno”, que prega o ódio ao PT e à esquerda ao invés de apresentar propostas concretas para áreas como a educação. “Precisamos elevar o nível de organização com os movimentos sociais, construir narrativas e disseminar essas narrativas através das redes sociais”, defendeu a deputada federal Erika Kokay (PT-DF).
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