Local de assassinatos se transforma em espaço de homenagem a Marielle e Anderson

terça-feira, 20 de março de 2018



O cruzamento das ruas Joaquim Palhares e João Paulo I, no limite entre os bairros Estácio e Cidade Nova, na região central do Rio, se transformou em uma espécie de santuário em homenagem à vereadora Marielle Franco e ao motorista dela Anderson Gomes. Foi neste local, na noite da última quarta-feira (14), ambos foram assassinados a tiros.

Mensagens escritas nos muros e em cartazes pedem justiça e afirmam que ambos não serão esquecidos. Muitas fotos da vereadora nas paredes e dezenas de buquês também foram colocados no local.
Marielle e Anderson Gomes foram mortos a tiros dentro de um carro na Rua Joaquim Palhares, por volta das 21h30. Uma outra passageira, assessora de Marielle, foi atingida por estilhaços. A principal linha de investigação da Delegacia de Homicídios é execução.

Nesta segunda (19), a Polícia Civil informou que está analisando o uso de celulares nos momentos que antecederam o crime. Sobre a investigação, os agentes descobriram que existem 26 antenas de celurares de cinco operadoras de telefonia na região onde a vereadora e o motorista foram executados. As operadoras enviaram os dados para a polícia.

Nesta terça (20), agentes da Divisão de Homicídios ouve novos depoimentos, como o do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) e, mais uma vez, o da assessora que estava no carro com Marielle na hora do crime. O objetivo, nesta fase, é ouvir pessoas mais ligadas à parlamentar para tentar descobrir possíveis motivações para o crime.cruzamento das ruas Joaquim Palhares e João Paulo I, no limite entre os bairros Estácio e Cidade Nova, na região central do Rio, se transformou em uma espécie de santuário em homenagem à vereadora Marielle Franco e ao motorista dela Anderson Gomes. Foi neste local, na noite da última quarta-feira (14), ambos foram assassinados a tiros.

Mensagens escritas nos muros e em cartazes pedem justiça e afirmam que ambos não serão esquecidos. Muitas fotos da vereadora nas paredes e dezenas de buquês também foram colocados no local.
Marielle e Anderson Gomes foram mortos a tiros dentro de um carro na Rua Joaquim Palhares, por volta das 21h30. Uma outra passageira, assessora de Marielle, foi atingida por estilhaços. A principal linha de investigação da Delegacia de Homicídios é execução.

Nesta segunda (19), a Polícia Civil informou que está analisando o uso de celulares nos momentos que antecederam o crime. Sobre a investigação, os agentes descobriram que existem 26 antenas de celurares de cinco operadoras de telefonia na região onde a vereadora e o motorista foram executados. As operadoras enviaram os dados para a polícia.

Nesta terça (20), agentes da Divisão de Homicídios ouve novos depoimentos, como o do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) e, mais uma vez, o da assessora que estava no carro com Marielle na hora do crime. O objetivo, nesta fase, é ouvir pessoas mais ligadas à parlamentar para tentar descobrir possíveis motivações para o crime.

Fonte;G1
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