Líderes apontam ações de bancadas e analisam gestão estadual

terça-feira, 2 de janeiro de 2018


As lideranças da Oposição e do Governo, Sílvio Costa Filho (PRB) e Isaltino Nascimento (PSB), respectivamente, ocuparam a tribuna, nesta quinta (21), para relatar as principais ações desenvolvidas pelas bancadas em 2017. O oposicionista ressaltou a importância das visitas e viagens feitas durante o ano, dentro do projeto “Pernambuco de Verdade”, com o objetivo de fiscalizar obras e equipamentos públicos. O governista, por sua vez, elencou ações da gestão estadual, elogiando “o equilíbrio nas contas,  os avanços na educação e os investimentos em segurança pública”.

“Ao longo de 2017, tivemos a oportunidade de percorrer mais de cinco mil quilômetros e visitar mais de 65 cidades para observar o conjunto de obras inacabadas que temos hoje e, acima de tudo, ouvir o povo de Pernambuco”, frisou Costa Filho. “Mais do que a atuação nas tribunas e gabinetes, é a conversa com a população dos quatro cantos do Estado que tem fortalecido a Oposição nesta Casa”, considerou.  

Para o oposicionista, esse diálogo revelou o “fracasso do atual Governo na gestão das áreas de segurança e saúde, nos investimentos públicos e na geração de emprego”. “Tivemos o ano mais violento da história, com mais de cinco mil assassinatos. E, quando analisamos a situação econômica, vemos que Pernambuco hoje faz menos investimentos do que Estados vizinhos”, declarou o parlamentar. Segundo ele, Pernambuco investiu 5,5% de sua Receita Corrente Líquida (RCL), enquanto o Ceará chegou a 12,2% e a Bahia, a 10,8%.

Outro problema levantado foi o número de obras inacabadas no Estado. “Segundo o Tribunal de Contas, temos mais de 1,5 mil obras paralisadas ou inacabadas, o que inclui o BRT, UPAs, escolas de referência e conjuntos habitacionais”, prosseguiu Costa Filho, enfatizando ainda o aumento do desemprego. “Enquanto o desemprego no Brasil caiu, o número de pessoas sem trabalho em Pernambuco aumentou”, apontou.

Governo – Já Isaltino Nascimento lembrou que cinco Estados brasileiros não conseguirão pagar o 13° salário dos servidores neste ano, fato que não se repete em Pernambuco. “Isso é uma demonstração de que aqui conseguimos superar as adversidades que vivenciamos”, afirmou. O governista destacou a relevância do Programa Especial de Recuperação de Créditos Tributários (Perc) para o equilíbrio das contas.
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