Governo reforça proximidade com as comunidades indígenas e quilombolas

quinta-feira, 30 de março de 2017


O secretário de Desenvolvimento Social, da Criança e Juventude, Roberto Franca, vem estreitando suas relações com a comunidade indígena com o objetivo de viabilizar algumas das reivindicações dessa população. Ele aproveitou o Fórum Pernambuco em Ação para manter um novo contato com os caciques da região do Pajeú, Moxotó e Itaparica. Em Petrolândia o cacique Marcelo Pankararu, em seu discurso, dirigido ao governador Paulo Câmara, elogiou a parceria que vem sendo desenvolvida entre o seu povo e o secretário.

Várias lideranças indígenas estiveram presentes, prestigiando o retorno de Franca à região de Itaparica. O secretário manteve contato também com representantes de comunidades quilombolas. Na ocasião, a líder Kássia Quilombola, da comunidade Borba do Lado, em Petrolândia, também enfatizou a importância de manter contato com a Secretaria de Desenvolvimento Social, da Criança e Juventude. Tanto as comunidades indígenas quanto as quilombolas, em sua maioria, buscam agilizar o processo de demarcação e titulação de suas terras.

Segundo a Comissão Estadual das Comunidades Quilombolas de Pernambuco há aproximadamente 120 grupos no Estado. Em março de 2008, 80 dessas comunidades quilombolas já constavam do Cadastro Geral de Remanescentes de Comunidades de Quilombos do Governo Federal.

O termo quilombola é uma designação comum aos escravos refugiados em quilombos, ou descendentes de escravos negros cujos antepassados no período da escravidão fugiram dos engenhos de cana-de-açúcar, fazendas e pequenas propriedades onde executavam diversos trabalhos braçais para formar pequenos vilarejos que passaram a se chamar quilombos. A palavra quilombola vem do tupi-guarani canybó e significa aquele que foge muito.​


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